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terça-feira, 6 de julho de 2010

MAIS UMA TRAVESSIA PARA HOMENAGEÁ-LA

CELINA*



Na batalha ao cair da tarde,
não viemos em um grande cavalo,
mas atravessaremos os muros da cidade
pra te dizer que és uma querida HELENA.



De pau oco com o corcel,
santinha, me faço de MARIA,
a prima e comadre de ISABEL.
Esperta, me disfarço em filha
e adentro o coração da família.




RITA, você sabe, não é fita,
nem dengo de CONCEIÇÃO,
essa ligação não se MEDE.
é forte, é PERPÉTUA!




* (Essa poesia foi feita para Celina Pimentel dos Santos nos seus 90 anos e foi postada na tarde de sua missa de 7o. dia. Dentre as qualidades de D. Celina destacavam-se a autenticidade, a liberdade de pensamento e a sinceridade em expô-los. Neste texto eu me refiro àqueles que lhe eram mais caros, seus sobrinhos e filhas: Perpétua, Arquimedes, Conceição, Rita, Maria Clementina, Helena Maria e, minha comadre, Isabel)

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