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domingo, 21 de julho de 2013

QUEM SOU EU? Decifra-me ou te devoro - ou ajuda-me a descobrir os enigmas que me revestem, a tirar os muitos véus!



EU SOU VERA e venho me desnudando frente a muitas fadas, terapeutas, mestras na matemática, nas línguas e na arte da poesia para descobrir melhor e mais verdadeiramente quem  eu sou...
Você tá sempre me dizendo isso, Eurídice Macedo; ontem mesmo, quando enviei a mensagem com vários nomes (Vera, Veroca, Véu, Verinha)  você acrescentou enigmaticamente: e por que não Verão com muita luz e sol? Poeta internacional da receita federal, você é quem me viu melhor até hoje, querida Ridi, seja saindo do banheiro da Monalisa com o corpo e a alma lavadas, né, seja no poema FONTE E FORÇA, onde me defino nesse blog. Mas eu ainda preciso me ver nas complementaridades que são Jina Carmem e Fátima Santiago, me ver pelas interpretações da outra Vera, da Verusa, terapeuta do grupo... 

Estarei eu preparada para a leitura dos arquétipos? Quando poderei ser a alegria da também poeta e lavadeira e prostituta e mãe dos filhos dos campos de Jequié, ou Jequequé da também poeta Silvana ( * )?  E na beleza da mestra espanhola que diz não entender o português, mas tudo sabe e dá lições de Garcia Lorca? E na sagacidade e múltiplas leituras da minha amiga/irmã jornalista e maravilhosa escritora Sarah com h que está lá na França? E na esperteza e doçura e poética de Fernanda Leturionto - lembrem-se de que ela já entrou no grupo pedindo a Licença Poética da poetiza maior do cotidiano - Adélia que é tão grande quanto o Drummond e o Bandeira, como anunciou o seu anjo esbelto. Mas tudo isso para nos encontrarmos com os nossos Zés, Lucianos, Rhunas - vamos ler essas pedras lançadas desse homem astrólogo - e agora com o jovem e sábio menino Alexandre e porque podemos, merecemos caminhar de mãos juntas e sem distinção de sexos, mas aprendizagens estatísticas, matemáticas com as Angelas M de Mirante ou Medeiros e com a outra colega de matemática e reverso da medalha a tímida e escrachada Vera Castro que dizia no meu ouvido: eles não podem confundir nem dar o seu talão de cheques para mim, tá tão claro: se for a boa professora sou eu, se for a professora boa é você, e com as brigas sem/com as diferenças de gêneros desde que seja através do amor e do perdão dessas Veras às Tânias em todas as suas formas... E aprender as lições da suavidade e doçura de Deus pela diretora, amiga, irmã e comadre Norma Oliveira. Porque TODAS elas valem a pena! Você sabe disso Sandra Pena ou Sandra(**) da Tara - não mais da Tara Vermelha, mas da deusa budista Tara verde - essa que é a minha cor predileta e a cor dos olhos verdes dessa mulher linda que nada fala, mas tudo escuta e transmuta na roda da vida e em prostações e danças.   Também aprendemos com o instinto - sexual ou não - de todas as mulheres e bruxas e xamãs como Sirlene Barreto, e especialmente com a minha irmã maluca e cega e vidente Zezé Vasconcelos que dizia, você não era a Vera Gata, eu te via como a Penélope Charmosa... E pela mão amorosa da mãe Marlene do Socorro e da ajuda política de Luzia Motta e até pelos enganos de Paula Mara ou Paulinha (a mais chique e feminina e GORDA e lembrar que a reitora Aurina nos repreendia cortando o  inha do nome dela. Regina Lovatti me lembrou disso nessa segunda! Sou uma justiceira dos processos escolares onde nos encontramos (Celiana, Lívia, Paula e Regina ou sou uma ALMA PACÍFICA E ETERNA?
Quando acabava de ir me ver na comunicação jornalística e corporal de Andréa Costa - a formiguinha e da minha chefe rebelde da Comunicação Social Lilian Caldas (que precisa rodar a baiana nos homens que a destratam pública ou secretamente). Mas a chefe depois foi a pernambucana Janaina, aquela que se emaranhou no jogo do poder, mas trazia bolos de rolos para nós todos, para provarmos da sua doçura da goiaba nordestina, ela que acompanhou e escreveu a trajetória do grande sambista Riachão. Quero mesmo extrair ensinamentos  da poesia da pequena grande Estherzinha. E com a primeira que me viu como comunicadora Maria, Mara Tapioca, lá no início da minha carreira e anunciou  o meu fim na Comunicação Social, convidada pela chefe Patrícia - Paty, você já aprendeu a amar sem dor? Quero e preciso me ver em todas as mulheres de Cora Coralina, né Cari? E nas cartas do seu tarô que você leu no grupo denominado  Sabedoria Feminina que foi gerado e instigado pela minha antiga vizinha, a dentista Luisa Baqueiro e seu equilibrado Roberto, dentista da Polícia. Vou aprender com ele, aquele homem tão sábio ou com os índios andinos?


Quero lembrar ou esquecer dessa polícia que faz greve e nelas distribui o terror porque não há outra polícia para sair batendo nela e distribuindo gazes de efeitos dúbios... e que fazem chorar os olhos dos jovens rebeldes e corajosos para que se subjuguem como na ditadura militar da ex-guerrilheira Dilma Roussef (quem diria que ela não entenderia os apelos da rua... esqueceu a força daquela que ela foi? a torturada?) Gente, é muita mulher, são muitos os ensinamentos e caminhos e EU ESTOU CANSADA. Mas nesta quarta eu tive forças para ir pelas mãos de Myriam socorrer e perdoar a minha ex-mãe e sua parceira LUZA (que está com aquele MAL que faz confusão e faz esquecer). Sim, somos mulheres que correm com os lobos! E ainda assim eu não sou CURADA nem pela psicologia, nem pelos medicamentos das minhas médicas e terapeutas do novo ICEP - dai-me tua antiga benção amorosa Nalvinha, fazei a massagem certa junto com as mãos de Joce que canta no coral da minha parceira nas histórias e poesias da vida, Zidi Brandão, pois O Passarinho lhe Contou tudo, o Mário Quintana cujos caminhos não são atravancados, porque ele NUNCA passará!



(*) e adivinhem em que Sarau eu, ousadamente, representei o nosso grupo DI VERSO - Arte Poética Singular na noite de ontem? Com as seguintes poesias:


                          Cadê você Mara Vanessa e a sua Marta Alencar - as mães de Maria?

1a. CREDO (para honrar aquela de olhos verdes que viu a necessidade da Escola Lucinda - obrigada Geovana Pires, eu voltei a falar, a dizer os versos da Poesia Matemática);
2a. POÉTICA II (de volta ao começo, não! Porém aprendendo as lições do diplomata, amante das mulheres e cantor Vinícius de Moraes, não o poetinha, o POETÃO, que aniversaria no final desse ano, quando iremos acender de novo as suas 100 velinhas - esse é o ano de parabenizar o iluminado Gilberto Gil que nos dia - o melhor lugar do mundo é aqui e agora). Enfim decidi ir de POÉTICA I para me orientar no tempo e no espaço;
3a. PERGUNTA OUSADA  PLATÉIA: O QUE QUEREM OUVIR? Respostas: Manuel Bandeira, Olavo Bilac e outros. Tive que me agarrar ao grito Drummond e apresentar ou falar daquela casa de portas aberta a todos, daquela CASA ARRUMADA  com a cara da gente do lugar;
4a. Para sair do ensaio e voltar ao terreno mais conhecido e seguro, fui cantar como passarinho o POEMA SENTIMENTAL das andorinhas de Quintana;
5a. E acabei com as palavras da cigarra CECÍLIA MEIRELES para aprender a fazer as escolhas entre ISSO OU AQUILO e depois descobrir com o poeta Ronaldo Jacobina que podemos incluir a 3a. opção e dizer e confundir a lógica cartesiana: É ISSO E É TAMBÉM AQUILO!

RESPOSTA FINAL (POR ENQUANTO): sou feirante e barraqueira, briguenta e pacificadora, sou triste e escandalosa, sou fonte e força pois sou a metamorfose ambulante e a maluca beleza de Raul


E EU, VERA LÚCIA POSSOS, POSSO ATÉ SER UMA MÃE...  E ESTAR PLENA E GRÁVIDA DE LUZ!
http://www.youtube.com/watch?v=Jnswob_qY4M  (ouçam na voz de Marinna Silva, digo, Lima)
http://www.youtube.com/watch?v=HhgSSPZ6Lh0  (ouçam também Gil cantando Sandra** e homenageando todas as mulheres quando foi internado no hospício depois de preso por porte de drogas)

NAMASTÊ A TODAS AS MULHERES DESSE MUNDO DE MEU DEUS!


Um comentário:

  1. Namastê, Veroca! E que catarse, hein! Que tessitura alucinantemente convidativa você teceu entre as mulheres que compõem a sua vida e lhe ajudam a correr com os lobos, querida! Haja fôlego! E claro que adorei a forma como eu apareço em sua ciranda tão fecunda, tão forte, tão poderosa. Sigamos dançando, amiga.

    Um beijo enorme e obrigada por me incluir tão belamente em sua caminhada,
    Sarah

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